

TINTAS À PROVA DE GRAFFITI
O graffiti baixo é do século II, que pode ser visto no monte Palatino, um museu ao ar livre situado numa das sete colinas de Roma, é um exemplo que explica porque o termo é usado desde o Império Romano para designar uma «marca ou inscrição feita num muro».
Embora inscrições rupestres sejam as primeiras manifestações artísticas de que há registo histórico e o ressurgimento desta pecha em tempos mais modernos, no Maio de 68, esteja associado a um movimento artístico, hoje em dia muitos graffiti não passam de puro vandalismo que desfeiam as cidades e pesam nos orçamentos das câmaras que os removem.
há cidades que nos deixam chocados com a dimensão deste fenómeno, é o caso de Colónia em que praticamente não há uma superfície livre de rabiscos e inscrições. Não me surpreende que na Alemanha se gastem 500 milhões de euros anualmente para os remover (ingloriamente no caso de Colónia, onde até a catedral é graffitada). Já em Portugal o cenário também não é lá grande coisa, desde electricos a comboios, monomentos e locais de lazer tudo está invadido por esta praga.
há cidades que nos deixam chocados com a dimensão deste fenómeno, é o caso de Colónia em que praticamente não há uma superfície livre de rabiscos e inscrições. Não me surpreende que na Alemanha se gastem 500 milhões de euros anualmente para os remover (ingloriamente no caso de Colónia, onde até a catedral é graffitada). Já em Portugal o cenário também não é lá grande coisa, desde electricos a comboios, monomentos e locais de lazer tudo está invadido por esta praga.
Esta autentica praga levou ao desenvolvimento de tintas resistentes a produtos químicos que permitam a remoção dos graffiti sem ser necessário pintar de novo as superfícies vandalizadas, nomeadamente tintas aquosas à base de poliuretano que podem ser utilizadas em inúmeras aplicações domésticas. Em aplicações industriais, utilizam-se tintas dispersas em solventes orgânicos (cuja secagem implica a libertação de poluentes no ar).
A Bayer desenvolveu um produto aquoso com elevada resistência química (e anti-graffiti), uma dispersão de poliacrilato a que chamou Bayhydrol®, a ser usado em revestimentos de comboios, carros e aviões, entre outros. De acordo com Robert Reyer da Bayer MaterialScience «Revestimentos com Bayhydrol® A XP 2695 são muito melhores no que respeita a resistência química que qualquer outro sistema aquoso. Apresentam até melhor desempenho em alguns testes que revestimentos formulados com solventes orgânicos».
A Bayer desenvolveu um produto aquoso com elevada resistência química (e anti-graffiti), uma dispersão de poliacrilato a que chamou Bayhydrol®, a ser usado em revestimentos de comboios, carros e aviões, entre outros. De acordo com Robert Reyer da Bayer MaterialScience «Revestimentos com Bayhydrol® A XP 2695 são muito melhores no que respeita a resistência química que qualquer outro sistema aquoso. Apresentam até melhor desempenho em alguns testes que revestimentos formulados com solventes orgânicos».
O novo produto da Bayer, para além de uma «resistência química extraordinária» apresenta uma elevada resistência mecânica, nomeadamente a riscos, pelo que para além de aplicações sortidas industrais e em veículos comerciais, a Bayer considera o material adequado para revestir mobiliário de cozinha. Esperemos que este novo produto torne mais fácil (e menos oneroso) andar em transportes públicos sem o aspecto do comboio acima reproduzido.
Para álem da Bayer outras marcas já desenvolveram produtos identicos que se podem encontrar à venda numa boa loja de tintas.
Para álem da Bayer outras marcas já desenvolveram produtos identicos que se podem encontrar à venda numa boa loja de tintas.
Exemplo de uma tinta anti-graffiti









"Tintas à Prova de Graffiti"
Realmente os grafitis, aqueles que são só riscos e assinaturas, são das coisas mais feias que se podem ver nas nossas cidades de hoje.
Ainda bem que desenvolvem produtos anti-grafitis. Só é pena é serem caros e por isso são poucas as pessoas que os podem usar.
UM FABRICANTE DE VISÃO E OUSADO, JA TERIA FABRICADO TINTAS ANTI GRAFITE, COM PREÇOS MAIS POPULAR, E CERTAMENTE SE SURPREENDERIA COM O RETORNO, NIMGUEM SUPORTO A IMUNDICIES DOS GRAFITES. OUSE E TENHA SUCESSO!!!
Resposta a Anónimo
Acho que tem toda a razão, realmente estas tintas ainda são muito caras, mas isso deve-se a vários factores como;
1º produção muito pequena porque vende-se pouco
2º matérias primas para este tipo de tinta muito caras
3º margens de comercialização altas
Que existem estas tintas existem, e isso é muito bom, mas as marcas tem que fazer mais para venderem mais e assim baixarem os preços.
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